QUEM SOMOS

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LUCAS LASSEN

Lucas Lassen é ator formado pelo Instituto de Arte e Ciência (INDAC) em 2001. Trabalhou com os diretores Marco Antônio Braz, Mauricio Marques, Inês Aranha e Maucir Campanholi. Entre 2007 e 2008, participou do Centro de Pesquisa Teatral (CPT), trabalhando com o diretor Antunes Filho. No teatro, atuou, entre outros, nos espetáculos: “Senhora dos Afogados”, do Grupo Macunaíma, direção de Antunes Filho, “Totêmica”, direção de Sandro Karnas, “A Menina e o Palhaço”, direção de Mauricio Marques, e “Macbeth”, direção de Maucir Campanholi. Em cinema atuou no curta-metragem“ Espeto”,direção de Guilherme Marbak,e no longa-metragem “A Cancano de Baal”, direção de Helena Ignez. Em dramaturgia fez oficinas com os dramaturgos e diretores teatrais Roberto Alvim e o espanhol Jose Sanchis Sinisterra. Em 2011 formou-se no Núcleo de Dramaturgia Sesi-British Council. É autor da peca “Sons de Fora”, dirigida por Lavínia Pannunzio, para o “Teatro Para Alguém”, e da peca “Eu também”, que teve leitura dramática recente no Centro Cultural FIESP na Avenida Paulista.


 

Foto perfil Tati MEUBEM
TATIANA BUENO

Pós graduada em Gestão de Cidades e Empreendimentos Criativos na Universidade Nacional de Córdoba, formada em Comunicação Social na ESPM e em Artes Cênicas pelo INDAC. Como produtora é sócia no Clube do Mecenas desde agosto de 2013, e faz curadoria e direção de produção do projeto “Teatro na Mario” realizado na Biblioteca Mario de Andrade que está em sua segunda edição; Fez produção no projeto contemplado pelo Edital do PROAC 2013, realizado em 2014 ‘Romeu e Julieta” com concepção de Ricardo Cardoso, nas comemorações dos 450 anos de William Shakespeare. De 2008 a 2013 foi Coordenadora de Projetos Culturais no CEU Sapopemba onde fez curadoria e desenvolveu vários projetos como saraus, festivais e mostras. Como atriz trabalhou nos espetáculos “Figurinha Difícil” de Plínio Marcos direção de Marco Antônio Braz,“Vertigem”de Maucir Campanholi, “Crepúsculo” de Kiko Marques. Com iluminação trabalhou nos espetáculos “A Menina e o Palhaço” de Maurício Marques, “Brinquedos Quebrados” da Velha Companhia, “Navalha na Carne” do Núcleo Caixa Preta. Desde 2003 trabalha com o Núcleo C.U.L.T. , tendo indicação de melhor iluminação no Festival de Campo Mourão pelo espetáculo “O Poço”. Premio de melhor ilumanação junto com Lisa Medeiros nos espetáculos “O Beijo do Homem” com texto de Ed Anderson no 2o Festival Proscenio e “Romeu e Julieta” com direção de Ivan Feijó em versão itinerante na Biblioteca Mario de Andrade.


 

Bia toledo minha mãe
BIA TOLEDO

Atriz formada em 1999 pelo INDAC – Escola de atores de São Paulo.
Trabalhou com os diretores: Edgar Rizzo, Maucir Campanholi, Inês Aranha, Elzemann Neves, Marco Antônio Rodrigues, Zé Henrique de Paula, Ednaldo Freire, Andrea Tedesco, Renato Andrade e outros. Com espetáculos como O Menino Maluquinho de Ziraldo, Ollantaytambo de Maucir Campanholi, Minha Mãe de George Bataille, Querô, uma reportagem maldita de Plinio Marcos, Casting de Alexandr Gálin, Cândida de Bernard Shaw, Bumba meu Fusca – projeto CAT/ Funarte, Arquitetura da Dramaturgia de Denio Maués, E se não tivesse amor no título de Renato Andrade e outras peças. No cinema e tv fez o Diabo da Guarita de João Tenorio, Pula Eunice Pula de Rodrigo Diaz, Seriado “9mm” – Canal Fox / Moonshot Pictures – Direção – Murilo Pasta e Michael Hummet, É a VOVOZINHA – Canal Brasil – Direção Renata Druck.


 

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ALEXANDRA DAMATTA

Atriz formada pelo INDAC, iniciou sua carreira no teatro em 1997 com o Grupo Artigos (integrante de 1997 a 2001) com o espetáculo “Autópsia”, onde recebeu sua primeira indicação para o prêmio de melhor atriz no Festival de Teatro de Canela/RS. Em 2001, recebeu os prêmios de melhor atriz e melhor espetáculo pelo monólogo “Fábulas de minha vida” nos festivais de teatro das cidades de Canela e Rolante (RS). Em São Paulo dirigiu A Mancha Roxa, de Plínio Marcos e Ano Novo Vida Nova, de Vera Karam. Atuou nos espetáculos: Senhora dos Afogados, direção de Zé Henrique de Paula; Sinfonia Patética, direção de César Ribeiro, entre outros. Trabalhou como assistente de direção de Zé Henrique de Paula nos espetáculos: O Livro dos Monstros Guardados, texto de Rafael Primot (Prêmio Shell 2009 Texto Original) e O Novelo, de Nanna de Castro. Como preparadora de atores, trabalhou nos espetáculos: Minha Mãe, realizado pela Cia NUA, L’Illustre Moliére em parceria com Inês Aranha, com direção de Sandra Corveloni, Josefina Canta com direção de Elzemann Neves. É professora de interpretação e montagem no INDAC – Escola de Atores/SP e desenvolve pesquisa na área de teatro e gastronomia.


 

Everson
EVERSON ROMITO

É ator formado pelo INDAC. Atuou dentre outros, nos seguintes espetáculos: Romeu e Julieta, direção de Ivan Feijó; Hamlet, direção de Ron Daniels, um dos diretores honorários da Royal Shakespeare Company; Integrou a Cia Club Noir, atuando em H.A.M.L.E.T., direção de Juliana Galdino e A Terrível Voz de Satã e Carícias direção de Roberto Alvim; Integrou a Cia. do Teatro Oficina Uzyna Uzona na peça Os Sertões, direção de José Celso Martinez Correa.


 

Lisa
LISA MEDEIROS

Lisa Medeiros é Turismóloga formada na Universidade Anhanguera, e formou-se em Design no SENAC SP em 2011 e em 2012 fez curso de iluminação no IBTT com Milton Bonfante entre outros. Artista Plástica autodidata, produz ilustrações e acrílico sobre tela. Fez curso de história da arte no Centro Cultural da Caixa. Trabalhou com Cia Articularte como operadora de luz, acompanhando em viagens de 2009 a 2012. Foi Iluminadora junto com Tatiana Bueno nos espetáculos “O Beijo do Homem” com texto de Ed Anderson do Núcleo C.U.L.T.; “Romeu e Julieta” com direção de Ivan Feijó em versão itinerante na Biblioteca Mario de Andrade. Desde 2011 é produtora de objetos em fotografia para a revista Veja.


 

Osvaldo
OSVALDO PIVA

Osvaldo Piva é artista plástico, cenógrafo, figurinista e aderecista. Formou-se em Belas Artes na Universidade Federal de Minas Gerais e cursou três disciplinas de pós-graduação como aluno especial na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Realizou quatro exposições individuais e diversas exposições coletivas, em São Paulo, Minas Gerais e Bahia. No Teatro trabalhou nos seguinte espetáculo: “Sertão: Sertões”, direção de Carlos Rocha e Carmen Paternostro, cenografia e figurino para André Cortez (assistente); “Os Lusíadas”, direção de Marcio Aurelio, direção de arte de Daniela Thomas (aderecista); “O que Você foi Quando era Criança”, de Lourenço Mutarelli e Companhia da Mentira, direção de Donizeti Mazonas e Gabriela Flores (objeto de cena); “Por que não fui Enterrado no Morumbi”, de César Figueiredo, direção de Jairo Mattos (cenário); “Sonho de uma Noite de Verão”, de William Shakespeare, direção de Gerson Fontes (adereços); “A Mente Capta, de Mauro Rasi”, direção de João Petry (figurinos); “Eu não sou Cachorro”, de Fernando Bonassi, direção de Gabriel Miziara (cenário e figurino); “Não Blue”, de Camilo Brunelli, direção de Marta Guerreiro (cenário); “Amor Negado”, de Toninho Fernandes, direção de Moisés Miastkwosky (cenário, figurino e adereços); “Aventuras ao Mar”, de Paulo Rogério Lopes, direção de Joaz Campos (Kirigamis, adereços e objetos animados); “Ah, vá!”, de César Figueiredo, direção de Flávio Faustinoni (adereços). E ganhou o prêmio de Melhor Figurino pela peça “A Mente Capta”, de Mauro Rasi, direção de João Petry, no 3o Festival Municipal Livre de Teatro de Sorocaba/SP.


 

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RICARDO CARDOSO

Ricardo é ator formado pelo Instituto de Arte e Ciência (INDAC), e historiador pela Universidadede São Paulo. Atuou em diversos espetáculos, como “Crepúsculo”, texto e direção de MaurícioMarques, no Teatro de Arena Eugênio Kusnet (2001); “Delicadeza”, texto de João Fábio Cabrale direção de Marcos Loureiro, no Espaço dos Satyros (2007); “Os Cantos do Hotel” de Federico Garcia Lorca, direção de Ivan Feijó, o espetáculo participou do Festival de Curitiba em 2010 e foi contemplado com o prêmio “FUNARTE – Arte na Rua 2010”;“Assim que Passarem Cinco Anos” de Federico Garcia Lorca, direção de Ivan Feijó,Teatro Viga (2011).Trabalhou como assistente de direção e sonoplasta em “O Abajur Lilás”, texto de Plínio Marcos e direção de Marco Antônio Braz, no Teatro da USP (TUSP) em 2007. Em 2009 é convidado pela Revista Humanidades em Diálogo PET-USP para tornar-se membro da comissão editorial. Em 2010 publica na revista seu artigo “Sexo em Colônia: ensaio sobre a atração inter-racial no Brasil Colonial”, em que investiga a atração sexual e o homossexualismo na sociedade colonial brasileira; publica também uma entrevista com Nicolau Sevcenko, professor de História da Cultura na Universidade de Harvard. Em 2008 inicia uma pesquisa sobre a obra de William Shakespeare no Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, financiada pela FAPESP entre 2011 e 2012. Por esta pesquisa foi convidado a palestrar no ciclo “Como Nasce uma Obra Prima”, no Centro Cultural Banco do Brasil. Participou em 2012 na IV Jornada de Estudos Shakespearianos da USP, em 2013 na Conferência Internacional “Fiction in Historical and Cultural Contexts”, e em Natal no XXVII Simpósio Nacional de Historia. Recentemente Ricardo foi convidado pelo diretor Antunes Filho para fazer a revisão histórica de seu novo espetáculo no Centro de PesquisaTeatral,“Nossa Cidade”.

 

 

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